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CEO do Santander: Brasil Não Pode Aceitar Novo Caso Master

Horário 06/02/2026
ceo santander brasil nao pode aceitar novo caso master

O CEO do Santander Brasil, Mario Leão, fez um pronunciamento enfático sobre o caso Banco Master durante a conferência de resultados do banco, reiterando a gravidade da situação e a necessidade de mudanças estruturais no sistema financeiro nacional. O executivo foi taxativo ao afirmar que o Brasil “não pode aceitar que um novo Banco Master volte a acontecer”, posicionando-se de forma alinhada com a preocupação do mercado sobre a estabilidade e a regulamentação do setor após a liquidação da instituição em novembro do ano passado.

O Recado do CEO e a Crise Institucional

O comentário de Mario Leão ocorreu no contexto da divulgação dos resultados do Santander, onde o rombo gerado pela quebra do Banco Master, que atingiu cerca de R$ 47 bilhões, foi um tópico inevitável. Este valor representa aproximadamente um terço da liquidez do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o mecanismo de proteção para investidores em caso de falência de instituições financeiras. A crise extrapolou a esfera da falência de um banco médio, transformando-se em um debate sobre a governança e a supervisão do sistema financeiro.

A principal preocupação levantada pelo CEO do Santander, e ecoada por outros líderes do setor, reside na recomposição do caixa do FGC. Para cobrir as garantias devidas aos credores do Master, os bancos associados precisarão arcar com custos, o que pode, em última instância, ser repassado aos consumidores por meio de tarifas e spreads mais altos. Mario Leão destacou que o Santander tem liquidez suficiente para cumprir sua parte no adiantamento de contribuições ao Fundo, que é visto como necessário para restaurar a confiança no sistema.

Debates sobre a Recomposição do FGC

O executivo confirmou que há um diálogo frequente e ativo entre os grandes bancos, o FGC e o regulador para definir a melhor forma de realizar a recapitalização do Fundo. Embora não tenha antecipado detalhes das discussões, Leão indicou que uma definição sobre como essa recomposição será efetuada é esperada para as próximas semanas ou meses. A questão central é como mitigar o impacto financeiro dessa reposição para os bancos e, consequentemente, para a sociedade.

O FGC, até a data do pronunciamento, já havia efetuado o pagamento de cerca de R$ 32,5 bilhões em garantias aos credores do Master, o que corresponde a 80% do montante total a ser pago. Milhares de investidores já foram reembolsados, embora ainda existam pedidos em processamento.

Veja também:

  • Lucro do Santander em Linha, Mas Ações Caem com Alerta na Qualidade de Ativos
  • Dívidas Fantasma: BRB registra débitos de clientes Master/Will no BC

Contexto do Banco Master e Investigações

A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro passado, revelou um cenário de graves irregularidades. As investigações, conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, apontam para um esquema de fraudes financeiras bilionárias, supostamente lideradas pelo controlador Daniel Vorcaro. As suspeitas incluem a negociação de carteiras de crédito falsas e movimentações financeiras incompatíveis com a regulamentação.

Adicionalmente, desdobramentos recentes das investigações ligaram o Banco Master (quando ainda operava como Banco Máxima) a operações de câmbio suspeitas. Relatórios apontam que a instituição realizou remessas significativas para uma empresa investigada por suposta lavagem de dinheiro para organizações criminosas, sem a devida documentação exigida pelo Banco Central à época. A investigação alcançou diversas instituições financeiras, incluindo o próprio Santander, que estariam sob análise por supostamente terem fechado os olhos para movimentações atípicas de clientes.

A Necessidade de Novas Regras

O recado do CEO do Santander não foi apenas um lamento sobre o ocorrido, mas um apelo por ação regulatória. Mario Leão sugeriu que o caso do Master deveria impulsionar um debate institucional no país sobre a criação de novas regulamentações que impeçam a repetição de esquemas semelhantes. A utilização das garantias do FGC como ferramenta de propaganda para captação de recursos por parte do Banco Master é vista como uma falha sistêmica que precisa ser endereçada.

Em paralelo, outros executivos do setor, como o CEO do Itaú, também comentaram o impacto, afirmando que o custo final do episódio será arcado pela sociedade, seja através de um impacto no custo de captação de empréstimos ou no preço dos investimentos. A expectativa é que a discussão sobre a antecipação de contribuições ao FGC, possivelmente por cinco anos, seja finalizada em breve, visando transmitir segurança aos investidores sobre a solidez do Fundo.

A postura do Santander, ao se manifestar publicamente com tanta veemência, reforça a pressão do sistema financeiro por maior rigor regulatório e transparência, garantindo que a crise do Banco Master sirva como um marco para fortalecer a estabilidade do mercado brasileiro.

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